
Ele prefere ficar atrás dos holofotes. Mas seu posto de executivo de badaladas casas noturnas e envolvimento com celebridades sempre lhe dão espaço na a mídia. Marcus Buaiz saiu de Vitória, no Espírito Santo, e trilhou projetos pra lá de ambiciosos. Além da agência Rip de comunicação, o empresário, que é marido e agente de Wanessa (Camargo), diversifica seus ramos de atuação com a boate Royal Club e o Shaya, um dos mais famosos restaurantes de comida japonesa da capital paulista.
Em conversa com OFuxico, Buaiz falou sobre sua trajetória e as mudanças que promoveu no estilo musical da mulher, Wanessa, inclusive a de ter tirado o Camargo do nome artístico dela. O fato gerou boatos de que o pai da cantora, Zezé di Camargo, não teria gostado de ter seu sobrenome rifado. Buaiz nega desavenças com o sogro, porém, acha que Zezé está cercado de "abutres".
Como você se viu envolvido com comunicação?
Minha família no Espírito Santo tem veículos de comunicação. Quando estudava, comecei a estagiar em algumas áreas do grupo e me identifiquei com a rádio. Percebi que o resultado da rádio não é só mídia de 30 ou 45 segundos, e sim entretenimento. Comecei a me envolver com promoção é isso que resolvi fazer na minha vida.
Qual foi o seu primeiro desafio na carreira?
Tinha o sonho de fazer um festival de música em Vitória e lá tínhamos uma limitação, já que o maior lugar para shows poderia ter um público máximo de cinco mil pessoas. Planejei um evento em uma praça pública para 25 mil pessoas, e quando levei esta ideia para à diante, ninguém acreditou. Na época o evento custou R$ 1 milhão e com muita audácia fiz. Levamos Cássia Eller, Cidade Negra, Jota Quest e mais duas bandas locais, com 12 horas de música.
Ser jovem é um fator que pode atrapalhar na credibilidade dos novos talentos?
Sem dúvida. Sempre fui muito precoce. Meu pai, no momento que eu sugeri trabalhar, ele foi contra porque achou que eu não estudaria mais. Quando eu levava projetos, as pessoas não acreditavam. Cometi uma loucura de fazer este meu primeiro evento com o risco de cem por cento, e graças a Deus foi um sucesso.
Desde 10 anos pra cá, como você lida com os erros e acertos no showbizz?
Tenho o costume de tentar minimizar sempre os erros. Às vezes o evento não está correspondendo e eu fortaleço mais a mídia. Prefiro perder mais tendo a certeza que fiz tudo pra ter acertado. Show no Brasil você vende no dia.
Hoje você é proprietário do Royal Club. Estava nos planos se aventurar como empresário na noite paulistana?
Há mais ou menos oito anos, abri uma produtora de eventos no Rio. Minha ideia era fazer eventos fora do eixo Rio/SP, que era algo saturado. Trouxe em parceria para o Brasil a boate Lótus pensando em uma ação de entretenimento. Fiquei dois anos lá e depois vendi minha participação. Meus negócios são controlados, como qualquer outro ramo de negócio. Na minha residência tenho câmeras onde controlo todas as minhas casas noturnas e restaurantes. Sei exatamente quantas pessoas tem nas minhas casas, minuto a minuto. Criei um Big Brother (risos).
Como você conheceu a Wanessa? Foi em algum evento?
A conheci na Lótus. Tinha acabado de terminar um noivado. Morava no hotel e estava dentro do meu camarote batendo papo com uma DJ. Marina Morena, que trabalhava na época comigo, trouxe algumas pessoas para o evento, entre elas, a Wanessa. Um mês depois, fui em um show do Jorge Ben Jor, e lá estava Wanessa. Fomos para uma boate em São Paulo e lá ficamos a primeira vez. De lá pra cá, nunca mais nos separamos.
Como é administrar um namoro público?
Não me importo muito com isso. Confesso a você que não compactuo com essa Hollywood falsa. Não vou a festas e continuo não indo. Só vou quando é interessante para minha profissão ou para a profissão da minha mulher. Sempre cuidei muito de não me expor. Me expus muito pela Wanessa, porque ela é a mulher da minha vida. Nos respeitamos e nos protegemos. Fui buscá-la no estúdio, surgiu um fotógrafo do nada e tinha uma mira no meu peito. Tive um pouco de dificuldade no começo.
Rolou um estresse no início de seu namoro com a Wanessa, já que disseram que você quis comprar fotos de um fotógrafo que os flagrou juntos. Diziam que você não queria assumir a relação?
Não me apego no que dizem, a não ser que seja uma inverdade. Falaram que eu queria comprar fotos, que eu tinha vergonha dela. Mas a realidade é que eu só queria protegê-la.
Como é o seu relacionamento com a família da Wanessa?
A Zilú é uma das mulheres que mais admiro na minha vida. Desde o primeiro momento que estou lá, sempre apoiou minha relação com a Wanessa. Mãe tem sexto sentido, percebe e sabe o que é uma relação. O Zezé, pra mim, é um gênio da música. A história dele está aí e não preciso contar, porque é linda
Disseram que você e Zezé tinham brigado... O que tem de verdade nisso?
É a primeira vez que eu falo disso. Acho que ele é genial, mas o meu problema é com as pessoas que o rodeiam. Ele é cercado de abutres. Eu não convivo com quem eu não me dou bem e não estarei perto dessas pessoas. Não tenho problemas com ele. Disseram que meu problema com ele era por causa do sobrenome. Não ganho dinheiro com a Wanessa. Se ela ganhar R$ 1 milhão é R$ 1 milhão dela. Trabalho no projeto dela por amor. Me identifico com ela porque é batalhadora e sepre correu atrás do seu objetivo. Ela sempre quis trabalhar com o mercado pop e tinha grande resistência desse segmento. As pessoas antes de ouvirem suas músicas já tinham preconceiro, independente de serem boas ou ruins.
Quando foi a última vez que você falou com Zezé?
Semanalmente eu falo com ele. Temos um relacionamento bacana.
Como surgiu o processo de transformação para a Wanessa cair de cabeça no ritmo pop? A música "Fly" com o rapper da Ja Rule foi o pontapé inicial?
Essa música foi gravada em julho do ano passado. Ela ainda estava trabalhando o disco anterior. Levei para algumas pessoas que não admitiriam ter a Wanessa neste segmento e todo mundo gostou do trabalho. Fiz um teste cego, com muitos radialistas dizendo que esta era uma artista internacional que queria trazer ao Brasil e todo mundo gostou. Todo mundo mordeu a língua e "Fly" é uma das músicas mais executadas do Brasil. Sei que ela sempre batalhou por este espaço, não por vaidade, mas uma batalha de vida. Não acredito que um pai ou um familiar vendo uma pessoa feliz como está se apega a debater um assunto que não tem nada a ver. Ela não mudou o nome dela, afinal quem deu o nome de Wanessa. Tenho um carinho muito grande pelo Zezé.
Você acredita que todo bom trabalho é fruto de uma parceria?
Sou um cara que acredita em sociedade. Tudo o que tenho, tenho sócio. Ter sociedade significa saber escolher bem os seus sócios. Escolhi me rodear de pessoas melhores que eu. Americanos tem isso na música. No Brasil é ao contrário, existe rivalidade ao invés de parceria.
Como aconteceu esta parceria Wanessa e Ja Rule?
Em 2004 fiz um evento chamado "Hip Hop Manifesta" que aconteceu no Rio e em Florianópolis simultaneamente. Ja Rule e Snoopy Dog eram os convidados internacionais e desde então rolou uma parceria bem bacana. Quando estávamos desenvolvendo o novo trabalho, discutimos que o CD seria mais dançante. Fizemos um CD com as participações de Rita Lee, Alexandre do Natiruts, e do Ja Rule, que quando escutou a música topou na hora. Essa música começou a ser noticiada no Brasil em fevereiro, quando gravamos o clipe, mas ela estava gravada a exatos sete meses.
Quais seus sonhos?
Um deles é ter filhos. Amo criança, mas filho tem que vir na hora certa e quero ser um pai presente. Hoje temos tantos sonhos de trabalho... Sou um sonhador eterno.
Fonte: OFuxico
Em conversa com OFuxico, Buaiz falou sobre sua trajetória e as mudanças que promoveu no estilo musical da mulher, Wanessa, inclusive a de ter tirado o Camargo do nome artístico dela. O fato gerou boatos de que o pai da cantora, Zezé di Camargo, não teria gostado de ter seu sobrenome rifado. Buaiz nega desavenças com o sogro, porém, acha que Zezé está cercado de "abutres".
Como você se viu envolvido com comunicação?
Minha família no Espírito Santo tem veículos de comunicação. Quando estudava, comecei a estagiar em algumas áreas do grupo e me identifiquei com a rádio. Percebi que o resultado da rádio não é só mídia de 30 ou 45 segundos, e sim entretenimento. Comecei a me envolver com promoção é isso que resolvi fazer na minha vida.
Qual foi o seu primeiro desafio na carreira?
Tinha o sonho de fazer um festival de música em Vitória e lá tínhamos uma limitação, já que o maior lugar para shows poderia ter um público máximo de cinco mil pessoas. Planejei um evento em uma praça pública para 25 mil pessoas, e quando levei esta ideia para à diante, ninguém acreditou. Na época o evento custou R$ 1 milhão e com muita audácia fiz. Levamos Cássia Eller, Cidade Negra, Jota Quest e mais duas bandas locais, com 12 horas de música.
Ser jovem é um fator que pode atrapalhar na credibilidade dos novos talentos?
Sem dúvida. Sempre fui muito precoce. Meu pai, no momento que eu sugeri trabalhar, ele foi contra porque achou que eu não estudaria mais. Quando eu levava projetos, as pessoas não acreditavam. Cometi uma loucura de fazer este meu primeiro evento com o risco de cem por cento, e graças a Deus foi um sucesso.
Desde 10 anos pra cá, como você lida com os erros e acertos no showbizz?
Tenho o costume de tentar minimizar sempre os erros. Às vezes o evento não está correspondendo e eu fortaleço mais a mídia. Prefiro perder mais tendo a certeza que fiz tudo pra ter acertado. Show no Brasil você vende no dia.
Hoje você é proprietário do Royal Club. Estava nos planos se aventurar como empresário na noite paulistana?
Há mais ou menos oito anos, abri uma produtora de eventos no Rio. Minha ideia era fazer eventos fora do eixo Rio/SP, que era algo saturado. Trouxe em parceria para o Brasil a boate Lótus pensando em uma ação de entretenimento. Fiquei dois anos lá e depois vendi minha participação. Meus negócios são controlados, como qualquer outro ramo de negócio. Na minha residência tenho câmeras onde controlo todas as minhas casas noturnas e restaurantes. Sei exatamente quantas pessoas tem nas minhas casas, minuto a minuto. Criei um Big Brother (risos).
Como você conheceu a Wanessa? Foi em algum evento?
A conheci na Lótus. Tinha acabado de terminar um noivado. Morava no hotel e estava dentro do meu camarote batendo papo com uma DJ. Marina Morena, que trabalhava na época comigo, trouxe algumas pessoas para o evento, entre elas, a Wanessa. Um mês depois, fui em um show do Jorge Ben Jor, e lá estava Wanessa. Fomos para uma boate em São Paulo e lá ficamos a primeira vez. De lá pra cá, nunca mais nos separamos.
Como é administrar um namoro público?
Não me importo muito com isso. Confesso a você que não compactuo com essa Hollywood falsa. Não vou a festas e continuo não indo. Só vou quando é interessante para minha profissão ou para a profissão da minha mulher. Sempre cuidei muito de não me expor. Me expus muito pela Wanessa, porque ela é a mulher da minha vida. Nos respeitamos e nos protegemos. Fui buscá-la no estúdio, surgiu um fotógrafo do nada e tinha uma mira no meu peito. Tive um pouco de dificuldade no começo.
Rolou um estresse no início de seu namoro com a Wanessa, já que disseram que você quis comprar fotos de um fotógrafo que os flagrou juntos. Diziam que você não queria assumir a relação?
Não me apego no que dizem, a não ser que seja uma inverdade. Falaram que eu queria comprar fotos, que eu tinha vergonha dela. Mas a realidade é que eu só queria protegê-la.
Como é o seu relacionamento com a família da Wanessa?
A Zilú é uma das mulheres que mais admiro na minha vida. Desde o primeiro momento que estou lá, sempre apoiou minha relação com a Wanessa. Mãe tem sexto sentido, percebe e sabe o que é uma relação. O Zezé, pra mim, é um gênio da música. A história dele está aí e não preciso contar, porque é linda
Disseram que você e Zezé tinham brigado... O que tem de verdade nisso?
É a primeira vez que eu falo disso. Acho que ele é genial, mas o meu problema é com as pessoas que o rodeiam. Ele é cercado de abutres. Eu não convivo com quem eu não me dou bem e não estarei perto dessas pessoas. Não tenho problemas com ele. Disseram que meu problema com ele era por causa do sobrenome. Não ganho dinheiro com a Wanessa. Se ela ganhar R$ 1 milhão é R$ 1 milhão dela. Trabalho no projeto dela por amor. Me identifico com ela porque é batalhadora e sepre correu atrás do seu objetivo. Ela sempre quis trabalhar com o mercado pop e tinha grande resistência desse segmento. As pessoas antes de ouvirem suas músicas já tinham preconceiro, independente de serem boas ou ruins.
Quando foi a última vez que você falou com Zezé?
Semanalmente eu falo com ele. Temos um relacionamento bacana.
Como surgiu o processo de transformação para a Wanessa cair de cabeça no ritmo pop? A música "Fly" com o rapper da Ja Rule foi o pontapé inicial?
Essa música foi gravada em julho do ano passado. Ela ainda estava trabalhando o disco anterior. Levei para algumas pessoas que não admitiriam ter a Wanessa neste segmento e todo mundo gostou do trabalho. Fiz um teste cego, com muitos radialistas dizendo que esta era uma artista internacional que queria trazer ao Brasil e todo mundo gostou. Todo mundo mordeu a língua e "Fly" é uma das músicas mais executadas do Brasil. Sei que ela sempre batalhou por este espaço, não por vaidade, mas uma batalha de vida. Não acredito que um pai ou um familiar vendo uma pessoa feliz como está se apega a debater um assunto que não tem nada a ver. Ela não mudou o nome dela, afinal quem deu o nome de Wanessa. Tenho um carinho muito grande pelo Zezé.
Você acredita que todo bom trabalho é fruto de uma parceria?
Sou um cara que acredita em sociedade. Tudo o que tenho, tenho sócio. Ter sociedade significa saber escolher bem os seus sócios. Escolhi me rodear de pessoas melhores que eu. Americanos tem isso na música. No Brasil é ao contrário, existe rivalidade ao invés de parceria.
Como aconteceu esta parceria Wanessa e Ja Rule?
Em 2004 fiz um evento chamado "Hip Hop Manifesta" que aconteceu no Rio e em Florianópolis simultaneamente. Ja Rule e Snoopy Dog eram os convidados internacionais e desde então rolou uma parceria bem bacana. Quando estávamos desenvolvendo o novo trabalho, discutimos que o CD seria mais dançante. Fizemos um CD com as participações de Rita Lee, Alexandre do Natiruts, e do Ja Rule, que quando escutou a música topou na hora. Essa música começou a ser noticiada no Brasil em fevereiro, quando gravamos o clipe, mas ela estava gravada a exatos sete meses.
Quais seus sonhos?
Um deles é ter filhos. Amo criança, mas filho tem que vir na hora certa e quero ser um pai presente. Hoje temos tantos sonhos de trabalho... Sou um sonhador eterno.
Fonte: OFuxico